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quinta-feira , 23 maio 2024
Cidades

No auge da tragédia, gigante do setor de alimentos faz grave anúncio

No auge da tragédia, gigante do setor de alimentos faz grave anúncio

Apesar da ajuda que chega de todas frentes possíveis, por meio de ações de governos de todos os estados e, principalmente, pela gigantesca mobilização popular, o desabastecimento de comida é uma realidade no Rio Grande do Sul.

Com as enchentes históricas que atingem praticamente todo o estado e a consequente destruição de cidades, campos de plantações, indústrias e estradas, as dificuldades logísticas são imensas e há um grande temor de que a população gaúcha sofra, agora, com a fome.

A gravidade é tal, que a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa a agropecuária nacional, emitiu uma nota comunicando a paralisação das maiores unidades frigoríficas do RS

Confira:

“Com a inviabilização temporária de núcleos que representam a maior parte da produção de carne de frango e grande parte da carne suína do estado, há temor de que, além dos problemas já vivenciados hoje, a população gaúcha deverá enfrentar desabastecimento de produtos até a retomada do sistema de produção – o que poderá demorar mais de 30 dias”, disse a ABPA em nota.

Algumas unidades enfrentam impossibilidade de processar insumos ou de transportar colaboradores. O Rio Grande do Sul é responsável por 11% da produção de carne de frango e 19,8% da produção de carne suína nacional, com produtos direcionados para consumo no próprio estado e para exportação.

A ABPA disse que, juntamente com seus associados e em apoio à Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e ao Sindicato das Indústrias Produtoras de Produtos Suínos do Rio Grande do Sul (Sips), está monitorando o quadro da avicultura e da suinocultura do estado.

“A prioridade, neste momento, é salvar vidas e permitir o necessário à sobrevivência daqueles que foram mais impactados e perderam tudo neste momento – entre colaboradores do setor, há relatos de perdas de todos os bens para as cheias”, disse a entidade.

“Também está na prioridade a alimentação dos animais que estão no campo. Núcleos de produção enfrentam não apenas perdas estruturais, mas também itens básicos como água, luz e telecomunicações.”

Fonte: Jornal da Cidade Online


Por: Donizete Bernardo Santos
Url: JornalCorreioDoVale

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